Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo
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Estrutura Simplificada de Gerenciamento Contínuo de Riscos

INTRODUÇÃO

Em atendimento as Resoluções do Conselho Monetário Nacional de n.º 4.557 de 23/02/2017, a de n° 4.606 de 19/10/2017, que dispõe sobre a Estrutura Simplificada de Gerenciamento Contínuo de Riscos, e a de n° 4.553 de 30/01/2017 que dispõe sobre a segmentação de Instituições Financeiras, e considerando o seu enquadramento no segmento S5, a CREDIPAULISTA implementou a estrutura de acordo com o volume e complexidade dos produtos e serviços oferecidos.

As instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devidamente enquadradas no Segmento 5 (S5), nos termos do art. 2º da Resolução nº 4.553, de 2017, devem implementar, nos termos dos arts. 61 a 67 desta Resolução, estrutura simplificada de gerenciamento contínuo de riscos, devendo ser: I - compatível com o modelo de negócio, com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos, serviços, atividades e processos da instituição; II - proporcional à dimensão e à relevância da exposição aos riscos, segundo critérios definidos pela instituição; e III - adequada ao perfil de riscos da instituição.

PERFIL DA COOPERATIVA

A CREDIPAULISTA é uma instituição que tem por objetivo principal a prestação de serviços e assistência financeira aos seus associados.

O Conselho de Administração é o responsável pelo gerenciamento dos riscos associados às atividades da Cooperativa, atribuindo responsabilidades, bem como adotando as medidas de prevenção ou minimização de riscos, inclusive em relação a riscos novos.

ESTRUTURA SIMPLIFICADA DE GERENCIAMENTO CONTÍNUO DE RISCOS

A Estrutura Simplificada de Gerenciamento Contínuo de Riscos é compatível com o modelo de negócios da CREDIPAULISTA, com a natureza de suas operações, e com a complexidade dos seus produtos e serviços. Atua por meio de normativas e metodologias condizentes com as atividades e os processos da instituição.

PRINCIPAIS RISCOS:

Risco Operacional: Define-se como risco operacional a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de eventos externos ou de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, inclusive quanto à terceirização de serviços e política de continuidade de negócios.

Risco Socioambiental: Define-se como risco operacional a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de eventos externos ou de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, inclusive quanto à terceirização de serviços e política de continuidade de negócios.

Risco de Crédito: Define-se como risco de crédito a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pela contraparte de suas obrigações nos termos pactuados, a desvalorização ou redução de remunerações e de ganhos esperados em instrumentos financeiros e a reestruturação de instrumentos financeiros, de custos de recuperação de exposições caracterizados como ativos problemáticos, bem como, se os provisionamentos sejam suficientes em face do risco de crédito incorrido pela instituição.

Risco de Liquidez: O risco de liquidez é definido como a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, incluindo as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas.

Risco de Mercado: Possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições ativas e passivas detidas pela por uma Instituição Financeira.

Gerenciamento de Risco de Capital: A Política de Risco de Capital tem como objetivo estabelecer as diretrizes para o gerenciamento de capital, permitindo que a Credipaulista esteja adequada à legislação vigente, em especial a Resolução 4.557/2017 do Banco Central, e ofereça aos seus interessados qualidade e gestão segura do patrimônio dos Cooperados.

Risco Socioambiental: Define-se risco socioambiental, como a possibilidade de ocorrência de perdas das instituições financeiras e demais autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, decorrentes de danos socioambientais. O risco socioambiental deve ser identificado como um componente das diversas modalidades de risco a que estão expostas as instituições, e suas diretrizes devem obedecer aos princípios de relevância e proporcionalidade.

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